Nas quadras, ele é conhecido como “Mamute”. Também pudera: com 2,03 metros de altura e talento de sobra, Alison Cerutti já imprimiu a sua marca no vôlei de praia em pouco mais de três anos de carreira profissional.
Mas ele quer mais e, para chegar lá, segue uma rotina espartana de treinos, boa alimentação e também yoga. Seus próximos objetivos? Ser campeão olímpico e conhecer a Disney. Afinal, ninguém é de ferro!
No momento, ele se prepara para as três rodadas finais do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia em Recife, Maceió e Salvador. Confira nosso bate papo com o atleta.
Você é o mais jovem atleta a chegar nas finais do circuito brasileiro. A que você atribui este resultado?
Muito trabalho e treino, treino e treino, faça chuva ou faça sol. Comecei aos 18 anos e sempre tive um objetivo: ser um atleta de ponta. Isso fez toda a diferença! Ter um objetivo. Porque é difícil ter uma vida regrada quando se tem 18 anos.
Como é um dia na vida de Alison Cerutti?
Acordo 6h da manhã, treino das 7h30 às 9h30. Das 10h ao meio-dia eu resolvo a minha vida: banco, supermercado, essas coisas. E quando tenho este período livre, sempre aproveito para ver um filme. Depois do almoço, malho umas duas horas e mais treino! Duas vezes por semana, faço yoga também.
Como nasceu o apelido "Mamute"?
Bom, eu sou muito grande, né! Tenho 2,03m de altura, pareço um monstro de longe (risos). O apelido foi criado por um grande amigo meu e surgiu no vôlei mesmo, da galera gritando “Mamute! Mamute!”, aí acabou pegando e eu adoro que me chamem assim.
Qual a lembrança que você guarda de Vitória/ ES? Alguma relacionada ao início da carreira em especial?
Foi o começo de tudo. Foi lá que dei os primeiros passos no vôlei, ajudando a montar a rede e catando as bolas nos treinos dos caras que sempre admirei e, hoje, disputo torneios e competições.
Sobre a sua vida no Rio: o que faz de você, que é capixaba, se sentir um autêntico carioca?
O tempo livre que eu tenho, por menor que seja, ou eu vou para a praia ou vou me exercitar ao ar livre. Adquiri isso aqui no Rio, assim como o gosto pela bossa nova também.
Quando você curte ouvir um som e quais artistas não saem do seu i-Pod?
Gosto de ouvir hip hop durante os treinos e antes de entrar no jogo. Ajuda a me concentrar e a entrar no clima da disputa. E esse efeito que a música tem de me deixar mais concentrado funciona até na hora de ler um livro. Quando estou num avião, só consigo ler se estiver ouvindo uma música. Do contrário, qualquer barulho me distrai. Da cena hip hop os que mais curto são 50 Cent e Eminem.
JOGO RÁPIDO:
Seus três filmes prediletos: Gladiador, A Procura da Felicidade e Coração Valente.
Um perfume que você adora: 212 e o Polo Sport
Uma viagem que ainda não fez: Disney, meu sonho, e com direito a cachorro-quente e pipoca gigante!
A trip inesquecível: Um cruzeiro que fiz pelo nordeste. Foram sete dias incríveis, desliguei de tudo mesmo.
Um sonho: Ser campeão olímpico. É por isso que eu treino todos os dias.
Para você, tempo livre significa: Treino! Treino, para mim, é descansar. Gosto também de cuidar do meu bem-estar, do meu corpo, que é meu instrumento de trabalho. E, claro, ver a família, que é o meu recarregador de energias.
O próximo objetivo é: Ser campeão brasileiro e mundial aos 23 anos.
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