A última classificatória brasileira foi realizada no Recife, no dia 1o. de abril. De lá saiu o representante brasileiro na categoria voo acrobático. Nesta modalidade, vence o projetista do avião que mais impressionar uma comissão de jurados, de acordo com as manobras que o projeto realizar no ar.
A disputa na capital pernambucana foi acirrada e precisou de um desempate para que fosse definido o dono da vaga. Com uma manobra espiral que arrancou gritos das arquibancadas do ginásio da Faculdade Mauricio de Nassau, Daniel Freitas foi eleito o dono do mais ousado avião de papel acrobático. “Sinceramente eu nunca imaginei que um aviãozinho de papel pudesse me levar à Áustria. Fiz alguns ajustes nas extremidades das asas e acabei conseguindo realizar manobras no ar”, confessou um ainda incrédulo Daniel, na premiação da seletiva, do lugar mais alto do pódio.
Em 2006, na primeira edição do Red Bull Paper Wings, o Brasil conseguiu o bronze nesta categoria, com o engenheiro paulistano Rodrigo Miyamoto.
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