Neste ano, os cinco pilotos que encabeçam o Mundial de Corrida Aérea até o momento batalham pela liderança numa disputa acirrada. E os canadenses podem se orgulhar, pois um deles é o conterrâneo Pete McLeod. Mc Leod entrou para o circuito do Mundial de Corrida Aérea em 2009 e sua exibição na etapa Windsor daquele ano foi motivo de entusiasmo para o público de 300 mil pessoas que acompanhou ao vivo a disputa sobre o rio Detroit.
Líder da competição, o britânico Paul Bonhomme vai ter que redobrar a atenção e a perícia para aumentar a sua vantagem sobre os demais. O inglês lidera o ranking 2010 com 31 pontos, seguido pelo compatriota Nigel Lamb (28 pontos). Em terceiro vem o austríaco Hannes Arch (27 points), vencedor da etapa Rio de Janeiro, na quarta posição está o australiano Matt Hall (22 points) e em quinto Pete McLeod (19 points).
Bonhomme espera repetir neste ano o primeiro lugar conquistador em Windsor na temporada 2009. Neste ano, o inglês vem de duas corridas – Perth e Rio de Janeiro – em que terminou em terceiro lugar. “Não tem sido um ano fácil para ninguém. Estamos na liderança, mas tudo pode mudar de uma hora para a outra. No entanto, estamos realizando um bom trabalho”, diz. “Agora, vivo a expectativa de entrar no circuito de Windsor e de ganhar esta corrida”, completa o líder até agora.
Quem também tem boas lembranças da corrida em Windsor ano passado é Pete McLeod. Mesmo estreante e voando com um uma aeronave mais lenta e pesada, ele foi a grande surpresa da corrida, que tornou-se fundamental para que conqustar o respeito dos colegas como piloto revelação. No domingo, o público canadense será forte motivo para mais um desempenho surpreendente. “Em Windsor, tenho a vantagem de voar em casa. O apoio e entusiasmo dos fãs me ajudarão muito. Quanto ao traçado da prova, foi um dos meus favoritos no ano passado; perfeito para manobras apertadas e imperdoável no caso de qualquer deslize”, diz.
A próxima corrida será em Nova York, dia 20/06. Depois, a temporada 2010 segue para a Europa com corridas na Alemanha, Hungria e Portugal.
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